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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Grupo Católico encena o "Auto de São Sebastião" na Festa de São Sebastião em São Mamede

A comunidade católica de São Mamede, atualmente sob a direção espiritual do Pe. Fabrício Dias Timóteo, comemora desde o último dia 10 de Janeiro a Festa do Padroeiro São Sebastião, santo de destaque da capela localizada no bairro homônimo do nosso Município. Mesmo antes da abertura oficial, a imagem peregrina do santo percorreu vários bairros da cidade. 

Na noite de ontem (17/01/2012), o Grupo Folclórico do Pastoril, coordenado pela Agente de Pastoral Dorotéia Souto, apresentou um espetáculo teatral inédito: o “Auto de São Sebastião”, que emocionou os fiéis que se faziam presentes no Pavilhão da Festa. 

O folguedo retratou de forma clara a vida do mártir francês que, mesmo tendo alto cargo militar no império romano, enfrentou tudo para seguir e propagar o exemplo de amor do Cristo Ressuscitado. 
O elenco do espetáculo foi composto por membros do tradicional Pastoril e por atores da comunidade, tendo destaque à atuação de Elissandro Morais (como Diocleciano) e Anderson Lucena (Sebastião). 

A Festa do Padroeiro São Sebastião se estende até o dia 20/01/2012, quando acontecerá a procissão de encerramento. 

Veja as fotos:



História da vida e martírio de São Sebastião 

São Sebastião nasceu em Narvonne, França, no final do século III, e desde muito cedo seus pais se mudaram para Milão, onde ele cresceu e foi educado. Seguindo o exemplo materno, desde criança São Sebastião sempre se mostrou forte e piedoso na fé. 

Atingindo a idade adulta, alistou-se como militar, nas legiões do Imperador Diocleciano, que até então ignorava o fato de Sebastião ser um cristão de coração. A figura imponente, a prudência e a bravura do jovem militar, tanto agradaram ao Imperador, que este o nomeou comandante de sua guarda pessoal. Nessa destacada posição, Sebastião se tornou o grande benfeitor dos cristãos encarcerados em Roma naquele tempo. Visitava com freqüência as pobres vítimas do ódio pagão, e, com palavras de dádiva, consolava e animava os candidatos ao martírio aqui na terra, que receberiam a coroa de glória no céu. 

Enquanto o imperador empreendia a expulsão de todos os cristãos do seu exército, Sebastião foi denunciado por um soldado. Diocleciano sentiu-se traído, e ficou perplexo ao ouvir do próprio Sebastião que era cristão. Tentou, em vão, fazer com que ele renunciasse ao cristianismo, mas Sebastião com firmeza se defendeu, apresentando os motivos que o animava a seguir a fé cristã, e a socorrer os aflitos e perseguidos. 

O Imperador, enraivecido ante os sólidos argumentos daquele cristão autêntico e decidido, deu ordem aos seus soldados para que o matassem a flechadas. Tal ordem foi imediatamente cumprida: num descampado, os soldados despiram-no, o amarraram a um tronco de árvore e atiraram nele uma chuva de flechas. Depois o abandonaram para que sangrasse até a morte. 

À noite, Irene, mulher do mártir Castulo, foi com algumas amigas ao lugar da execução, para tirar o corpo de Sebastião e dar-lhe sepultura. Com assombro, comprovaram que o mesmo ainda estava vivo. Desamarraram-no, e Irene o escondeu em sua casa, cuidando de suas feridas. Passado um tempo, já restabelecido, São Sebastião quis continuar seu processo de evangelização e, em vez de se esconder, com valentia apresentou-se de novo ao imperador, censurando-o pelas injustiças cometidas contra os cristãos, acusados de inimigos do Estado. 

Diocleciano ignorou os pedidos de Sebastião para que deixasse de perseguir os cristãos, e ordenou que ele fosse espancado até a morte, com pauladas e golpes de bolas de chumbo. E, para impedir que o corpo fosse venerado pelos cristãos, jogaram-no no esgoto público de Roma. 

Uma piedosa mulher, Santa Luciana, sepultou-o nas catacumbas. Assim aconteceu no ano de 287. Mais tarde, no ano de 680, suas relíquias foram solenemente transportados para uma basílica construída pelo Imperador Constantino, onde se encontram até hoje. Naquela ocasião, uma terrível peste assolava Roma, vitimando muitas pessoas. Entretanto, tal epidemia simplesmente desapareceu a partir do momento da transladação dos restos mortais desse mártir, que passou a ser venerado como o padroeiro contra a peste, fome e guerra. 

As cidades de Milão, em 1575 e Lisboa, em 1599, acometidas por pestes epidêmicas, se viram livres desses males, após atos públicos suplicando a intercessão deste grande santo. São Sebastião é também muito venerado em todo o Brasil, onde muitas cidades o tem como padroeiro, entre elas, o Rio de Janeiro.

5 comentários:

Anônimo disse...

Parabéns ao grupo teatral pastoril e sua cordenadora doróteia,e também ao pe.fabrício por essa brilhante festa.

Gilvânia disse...

Realmente a festa está belissíma,com a administração do pe.fabricío que não deixa a desejar com o seu dom de evagelizar.parabéns a todos q contribuem para esta linda festa.

samara fernandes disse...

Desejo meus sinceros parabéns a Pe.Fabricio Dias e a toda essa equipe maravilhosa que vem a cada dia conquistando o coração de nossos fiéis católicos e aproximando todos a casa de DEUS.

Anônimo disse...

“Não farás para ti imagens esculpidas, nem semelhança qualquer” (Ex 20.4)“Os ídolos dos povos são prata e ouro, são obras das mãos dos homens” (Sl. 115.4; 135.15)

edimar medeiros sp disse...

parabens padre são mamede estava precizando muito linda comemorasão q deus abençoi todos sãõmamedese um abraço a todos

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